No último post esqueci-me de dizer algumas coisas mas aquela hora a algazarra cá em casa era tanta que estava meio com a cabeça a pensar para escrever, meio atenta ao que se estava a passar no quarto da Beatriz e da Camila (como que já a prever que tanto barulho ia acabar mal), onde estavam elas e os irmãos. Andavam aos pulos na cama e a correr pelo quarto, o som dos risos e dos gritos de satisfação foram interrompidos pelo choro do Tomás que tinha caido da cama. E lá foi a mãe a correr até ao quarto a gritar que já os tinha avisado que não há pulos nas camas nem correrias nos quartos porque alguém se ia acabar por magoar. O Tomás estava deitado no chão com a cabeça virada para o chão e a chorar e quando o levanto, a boca cheia de sangue. Romaria até à casa de banho para se lavar a boca ao rapaz e ver os estragos causados pela queda e entretanto aproveito para lhes dizer de novo que quando os aviso para terem atenção às brincadeiras é para eles me ouvirem logo à primeira para evitar que depois termine de maneira menos boa. Não foi nada de grave, um lábio mordido na sequencia da queda, diria até que aquele choro todo foi mais do susto do que propriamente da queda. Giro giro foi o ar de arrependimento que tinham na cara!
Voltando ao assunto gravidez... Está a correr muito bem (felizmente), sem enjoos nem outros sintomas a não ser mesmo o sono mas até esse dá para aguentar bem. Se continuar assim, vai ser uma gravidez maravilhosa. Uma das nossas "preocupações" quando embarcamos nesta nova aventura era precisamente a de sairem gemeos de novo. Não é que fosse colocar-nos numa posição impossivel de resolver mas aí o orçamento ia ficar mais apertado porque já implicava mais mudanças. Por isso mesmo, suspirámos de alivio quando o médico nos disse que era só um/a.
As manas reagiram muito bem quando lhes contámos que vem um/a mano/a a caminho. Ficaram felizes da vida e até já manifestaram preferência em relação ao sexo do bebé: preferem que seja uma menina. O Tomás mostrou-se indiferente à noticia. O Eduardo e o Gabriel é que não pareceram ficar muito contentes com a ideia mas de certa forma estava já à espera porque para além de serem os bebés da casa, são os únicos que ainda não passaram por este processo da chegada de um/a mano/a. Mas com o tempo tenho certeza que se vão começar a habituar à ideia e não vamos ter problemas de maior. Estamos cá o pai e eu para os assegurar de que não vamos deixar de os amar e que o nosso colo chega para todos.








