Acreditam que já vamos a metade desta viagem?! É que eu mal posso acreditar. Estava ali sentada no jardim a fazer a lista das compras e a tentar fazer um "inventário" das coisas a comprar para o/a bebé para termos tudo preparado a tempo e como que se fez luz que já só falta metade do tempo. As miudas andam super ansiosas à espera que chegue o dia da consulta para saberem o sexo do/a bebé e, apesar de continuarem as duas a preferir uma mana, a Camila diz que acha que é um menino e a Beatriz mantém a convicção de que é uma menina. Numa destas noites, ao passar pelo quarto delas, ouvi-as falar sobre os nomes que mais gostam mas não fixei os que elas disseram e até agora não se falou a sério sobre os nomes, está tudo à espera de saber o sexo para opinar. E dia 16 já está mesmo ai a chegar! Nestes dias que ficaram de molho, passaram tempo considerável encostadas a mim, a dar-me festinhas na barriga e a conversar com o/a bebé.
Engraçado como as percentagens da sondagem mudaram, no inicio os votos no menino eram em maior numero e agora é o oposto. Quem será que tem
razão? :)
Entretanto, a gripe passou. Finalmente. E para evitar, ou tentar evitar, mais gripes como esta, vacina para os 5.
O retomar da escola... Correu bem para as meninas, a Camila estava preocupada por estar a perder tantas aulas mas no primeiro dia de regresso conseguiu logo passar os cadernos; a Beatriz estava mais preocupada com os dias de brincadeira que tinha perdido do que propriamente com a matéria. Para os meninos é que foi complicado... Resolvi que talvez fosse mais fácil para os gémeos se eles fossem comigo ao 2º piso deixar o Tomás e só depois deixá-los a eles na salinha pois, pensei eu, que iriam ver como o mano ficou sem chorar na escola e iriam fazer o mesmo. Na teoria estava tudo muito bonitinho mas na prática... O sr Tomás resolveu ficar a chorar e a pedir para voltar para casa e claro que, solidários como os manos são, os gémeos ainda na sala do Tomás começaram a chorar também e a pedir colo. Estava a ver a minha vida muito negra e estava tão cansada que equacionei durante uns momentos voltar com eles para casa mas depressa voltei à realidade, acalmei-me, pedi-lhes que parassem de chorar e repeti aquela lenga lenga do costume de que "os pais vão trabalhar e os meninos ficam na escola a brincar com os outros meninos", prometi também que os ia buscar logo a seguir ao lanche. Não que tenha ajudado de muito pois o Tomás ficou com umas lágrimas a cairem-lhe dos olhos e os gémeos desceram as escadas a muito custo, sempre a chorar e a chorar ficaram quando os entreguei à educadora. Sei que pouco depois aquilo lhes passou aos 3 e passaram bem o dia.
O Eduardo e o Gabriel, antes de ficarem doentes, já estavam a entrar no ritmo: já não ficavam a chorar, eventualmente só com umas lagrimas nos olhos e mais o Gabriel que o Eduardo, já participavam mais nas actividades em grupo, já comiam e faziam a sesta com menos resistência; mas com estes dias todos em casa perderam um pouco o ritmo, o que é perfeitamente normal. Sei que com mais uns dias voltam a habituar-se ao ritmo da escolinha. O Tomás só chorou mesmo naquele dia, por mimo.
Acho que tinha mais coisas para contar mas esta cabeça não está a ajudar muito com a falta de memória...