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terça-feira, 21 de julho de 2009

20 semanas!

Num instantinho chegámos às 20 semanas!
Têm sido 20 semanas muito atribuladas e com alguns sustos, o que só me faz sentir ainda mais abençoada pois no meio de tanto os bebés estão a desenvolver-se bem.
Ainda não sabemos o sexo dos bebés mas estamos a contar descobrir para a semana. Entretanto, podem deixar os vossos palpites na sondagem ali ao lado. O palpite do pai e das avós é que são dois meninos, a mana Camila e o avô materno dizem que são duas meninas e os manos Beatriz e Tomás e o avô paterno apostam que vem aí um menino e uma menina. Eu abstenho-me de qualquer palpite, assim como os manos Gabriel e Eduardo. Quem será que tem razão?

terça-feira, 7 de julho de 2009

Um enorme susto!!

Faz hoje 6 semanas que vivemos um dos piores - se não mesmo o pior - dias das nossas vidas.
No passeio em frente ao portão da escola primária, a Beatriz foi atropelada. Por um condutor embriagado que perdeu o controlo do carro e subiu o passeio, apanhando a Beatriz e mais uma colega. Acabou por não ser uma tragédia maior porque àquela hora apenas uma meia dúzia de alunos tinha saido já das salas de aulas.
Assisti a tudo do outro lado do passeio. Vi o carro aproximar-se, subir o passeio e embater nelas. Uma pequena fracção de segundo em que me senti gelar, que ainda não consegui banir do meu pensamento e que penso nunca ir ser capaz de apagar.
Foi tudo tão rápido e ao mesmo tempo durou uma eternidade. No meio de tanto azar, tivemos muita sorte: na altura do acidente estavam presentes bombeiros (pais de alunos da escola) que de imediato prestaram os primeiros socorros e ajudaram a manter a calma dos presentes. Foram as duas levadas para o hospital para serem assistidas. A Beatriz acabou por ser transferida para o hospital em Lisboa e esta foi sem dúvida alguma a viagem mais angustiante da minha vida...
Podia jurar que se passaram meses, talvez até mesmo anos, desde o acidente até ao momento em que, já em Lisboa, o médico veio falar comigo, após a Beatriz ter saído do bloco operatório. Foi mesmo uma espera horrível e demasiado angustiante... É um sentimento de impotência tão grande este de ficar parada à espera de noticias, sem ser possivel fazer algo a não ser mesmo esperar e rezar...
Uma vez mais, no meio de tanto azar tivemos uma sorte imensa. As consequências, embora graves, podiam ter sido muito piores e podiam ter corrido muitas coisas mal que não correram (e o meu coração quase que pára só de pensar nestas hipóteses...).
A Beatriz fez um traumatismo craniano e fracturas nos ossos das pernas - que tiveram de ser tratadas cirurgicamente. Está agora a caminho de uma boa recuperação que se espera ser total, sem sequelas. Tem sido muito forte e corajosa e nunca perdeu o seu sorriso mesmo nos momentos com mais dor.
Ainda me é muito dificil falar sobre isto e ainda me sinto tremer cada vez que as imagens me vêm à lembrança... Confesso que o meu primeiro pensamento foi que aquele carro lhes tinha tirado a vida... O carro não ia muito rápido mas elas são tão frágeis e pequenas em relação ao carro que a maior probabilidade é sempre a de algo muito mau acontecer... Felizmente para todos nós, o pior não aconteceu.
Há 6 semanas foi um dia de muito azar mas também de muita sorte!

terça-feira, 30 de junho de 2009

De volta!

Cá estou eu de volta, embora ainda a meio gás. Infelizmente a ausência deveu-se a acontecimentos menos felizes mas aos poucos tudo se compõe.
Aos poucos voltarei com as nossas novidades e para saber as vossas novidades, que aposto que são muitas!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

11 semanas e 1 dia

Já vamos com 11 semanas e 1 dia nesta nossa viagem.
Já tivemos direito a um susto que nos valeu uns dias de descanso forçado mas felizmente não passou disso mesmo, de um susto. Disse-me a médica que me ia pedir o quase impossivel: descanso ao máximo e abrandar o ritmo. Disse-o bem, quase impossível mesmo. Mas tenho tentado e os meus filhos, marido e pais têm sido uma grande ajuda. Na maioria das vezes. Com o susto tornou-se bastante real o meu medo de uma gravidez atribulada. Com o cansaço extremo e as náuseas posso eu bem, ou quase bem. Mas com uma gravidez com sustos e repouso forçado já a história muda de figura. Mas há-de tudo correr bem, convenço-me. Há dias em que acho que não vamos dar conta do recado. Outros em que acho que vamos fazer isto com a maior das facilidades. O nosso maior desafio, tenho em crer, será a gestão do tempo.
As manas mais velhas estão delirantes com esta gravidez de gémeos. Gémeas dizem elas, que gémeos já temos e tinha mais piada agora serem meninas. Pode ser que sim, que sejam duas meninas para fazer a vontade às irmãs. O Tomás ficou muito contente com a noticia e junto com o contente vieram as perguntas do como se fazem os gémeos e porquê nem todos nós temos irmãos gémeos. Ao contrário das irmãs, prefere que venham dois meninos porque já tem uma irmã bebé e se forem dois meninos temos rapazes suficientes para uma equipa de futebol de salão (!!). O Eduardo e o Gabriel também se mostraram contentes com a boa nova e têm feito algumas perguntas sobre os bebés e se estes vão ser iguais a eles. É bom que não, que não me saiam tão reguilas quanto os irmãos senão estou bem tramada. Têm muita sorte estes novos bebés que vêm a caminho, ainda não nasceram e já têm o amor dos irmãos.
Estou num verdadeiro estado de graça. E feliz. Muito.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Provas de "Aflição"

Foi assim que a minha Beatriz apelidou as Provas de Aferição! Ontem lá foram, ela e a irmã, fazer a prova de Português. Engana-se quem pensa que pelo que a Beatriz lhes apelidou que ia aflita por a ir fazer. Ia na maior, tão distraida que se esqueceu da mochila (!!) no carro, valeu-lhe a atenção da irmã que a chamou a tempo. Já a Camila... Para ela é que foi uma prova de aflição tais eram os nervos. Acordou maldisposta, já estávamos prontos a sair e ela vai-me a correr para a casa de banho, quando vem diz que já está melhor. Repete-se a cena estávamos já nós a sair o portão. "Oh filha, vai antes à casa de banho da casa dos avós para a mãe não ter de parar o carro." e lá foi ela. Quando voltou, vem a minha mãe junto a perguntar se a menina está doente e se não é melhor ficar em casa com ela. Rapidamente lhe expliquei que não é doença, são nervos por causa da prova e pusemo-nos a caminho que o relógio não pára e ontem não era de todo dia para atrasos. Deixei os miudos todos nas respectivas escolas e voltei para casa, nervosa pela Camila não fossem os nervos pregarem-lhe nova partida a meio da prova. Felizmente não pregaram e ela conseguiu acalmar-se.
Quando as fui buscar estava em pulgas para saber como lhes tinha corrido.
Resposta da Beatriz à questão "Então, correu bem?": Claro que correu bem. Fiz como uma perna às costas. Pronto não foi bem com uma perna às costas que não sou do circo. (Espirituosa esta minha filha!)
Resposta da Camila: Acho que até correu bem mas não sei.
Agora é esperar pelas notas e amanhã há mais. A de Matemática. Estão as duas no quarto a perguntarem a matéria uma à outra, revisões de última hora. Que corra bem amanhã também.

domingo, 10 de maio de 2009

E lá vai ela!

Ela, a minha já-não-tão-bebé, aventurou-se ontem nos seus primeiros passos sem ajudas e apoios!
Agora é que ninguém a pára!