quarta-feira, 28 de novembro de 2007

27 semanas

Ando a modos que... exausta. Estou numa fase em que se por um lado quero que o tempo passe rápido, por outro quero que passe devagarinho. Está tudo a correr bem com a gravidez e isso é o mais importante. Tem sido uma gravidez muito calma e espero que assim se mantenha até ao final. Os finais de tarde são de muita actividade aqui nesta barriga, principalmente nos dias em que os irmãos estão mais barulhentos e irrequietos. Ontem, eu sentada no sofá com as crianças em volta de mim, barriga destapada e 5 mãos a tocarem-me na barriga. É um momento maravilhoso este de senti-la mexer e ter as mãozinhas (ultimamente geladas) dos irmãos a procurar sentir o movimento. A Camila e a Beatriz gostam imenso de falar com a irmã e é engraçado de ver que ela reage de maneira diferente às duas: quando a Camila fala ela tem tendência para se mexer menos; ao som da voz da Beatriz mexe-se bastante. Mas não pensem que a pequenina só dá o ar de sua graça aos irmãos! É já muito menina do papá e tem vindo a presenteá-lo com sessões de "ginástica" na hora que nos deitamos. São momentos deliciosos.

Andamos às voltas com as questões de logistica pois talvez não vá ser viável passar a bebé para o quarto das meninas, que era a nossa ideia a principio, pois os horários vão ser muito diferentes mas isto também depende de como a bebé vai ser em relação aos sonos. Provavelmente só vamos pensar nisto na altura de a mudar de quarto, até lá fica no nosso quarto. Nas férias de Natal vemos começar a tratar do espaço dela no nosso quarto.

O nome... Continua a odisseia da escolha do nome. Está a ser mesmo complicado mas havemos de resolver e escolher um nome que agrade a todos.

Quanto às roupinhas e afins, temos bastantes roupinhas guardadas, em bom estado, que vamos usar para ela, mais presentes que temos recebido e as coisas que eventualmente possamos comprar, para os primeiros tempos está servida. A cadeirinha auto vamos utilizar as que guardámos dos gémeos, não vejo necessidade de estar a comprar uma nova quando aquelas ainda estão em bom estado. Banheira, cadeirinha alta de comer, espreguiçadeira também vamos aproveitar o que guardámos. É nestas alturas que eu gosto de ter esta mania de guardar as coisas! Resumindo, está tudo encaminhado para recebermos a nossa 6ª benção.

O olho do Gabriel já está bom. Ficou com uma marca pequenina para nos lembrar do susto mas do mal o menos. De resto, tudo operacional. Anda, assim como o Eduardo, entusiasmado com os ensaios para a festa de Natal mas acho que este entusiasmo na hora do "espectáculo" vai desaparecer. A Camila parece estar a dar bem a volta aquela situação menos boa e não voltou a recusar-se a ir à escola; não posso deixar de referir as excelentes notas que tem trazido nos testes, não é o mais importante mas é um orgulho enorme vê-la feliz com a recompensa do seu trabalho. A Beatriz... Anda num desatino! Irrequieta (não que ela alguma vez tenha sido muito quieta) até mais não e é preciso chamá-la à atenção mais de uma vez para que sossegue e nem sempre o dizermos duas e tres vezes a mesma coisa faz com que ela pare, algo que me tira do sério. O Tomás anda numa fase em que é um castigo conseguir que ele coma e anda meio birrento e carente. Não sei se lá vem alguma gripe ou se é só uma fase normal ou de chamada de atenção.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

3 anos, 3 meses e 3 dias

Achei imensa graça à barrinha do Eduardo e do Gabriel hoje.


quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Estou a pensar seriamente em abolir a televisão até ao dia de Natal!

Raio dos miúdos gostam de tudo e querem tudo... Nem quero ver o tamanho da lista da carta ao pai natal!

sábado, 17 de novembro de 2007

Semana para esquecer!

Há muito que não tinhamos uma semana tão má, tão atribulada... E felizmente que assim é senão dava em doida!
A Beatriz, no jogo de estreia, caiu desamparada depois de saltar para cabecear a bola e pregou-nos um susto enorme porque foi uma queda muito aparatosa e ela não se levantou logo. O treinador entrou logo quando se apercebou que ela não se levantava e de seguida chegaram perto dela os bombeiros que lá estavam de prevenção. Quando consegui chegar perto dela (que pareceu demorar uma eternidade) já ela tinha recuperado os sentidos, ainda meio atarantada. Foi levada para o hospital para ser examinada pois tinha tido perda de consciência e o bombeiro suspeitava de uma fractura no braço. Fizeram-lhe raio-x ao braço, fractura confirmada, e ao pescoço e coluna para se certificarem que estava tudo bem, aí o raio-x não revelou nada (felizmente). Depois do braço engessado, ainda ficou um tempo em observação para se certificarem que não havia traumatismo craniano. Saímos do hospital já ao inicio da noite e ainda com ordens para a manter vigiada o resto da noite. Esteve o tempo todo, mesmo durante a noite, muito queixosa, com dores no braço e no resto do corpo. O medicamento para as dores parecia não estar a ter grande efeito. No domingo já se queixou com menos dores e o dificil foi mesmo mante-la o mais sossegada possivel para que as dores no corpo passassem. Segunda acordou bem disposta, pronta para ir para a escola contar a aventura aos colegas e mostrar o braço engessado, com muitas recomendações para não andar aos pinotes para de noite não se queixar com dores no corpo. Os irmãos é que acharam muito engraçado o braço engessado.

A Camila, que esteve tão bem durante o fim de semana todo, chegou ao domingo à tarde a queixar-se com muitas dores de cabeça e maldisposta. Antes da hora de dormir chegou mesmo a vomitar. Teve uma noite muito agitada, com muitas queixas de má disposição e a parte final da noite até ficou na nossa cama. Quando a chamei de manhã, tornou-se a queixar com muitas dores de cabeça e à saida de casa, vomitou. Fui deixar os irmãos às escolas e voltei com ela para casa. Dei-lhe um chá com bolachinhas para ver se aquilo passava, vi se ela tinha febre ou tinha outras queixas e nada. Adormeceu, quando acordou não se queixou mais e passou o dia na preguiça no sofá. Eu estava a achar isto tudo muito estranho mas aliviada por ela se estar a sentir bem. Chega a hora antes de ir dormir, estavam a Camila e a Beatriz no quarto a arrumar as mochilas, quando a Beatriz me chama aflita porque a irmã estava a chorar muito. Chorou tanto que mal conseguia respirar... E no meio de tanta atrapalhação dizia-me "não me obrigues a ir mais à escola". Fiquei para morrer quando ouvi isto e a pensar como é que eu não me tinha apercebido logo a causa do mau estar dela...! Sabem aquelas alturas em que só nos apetece dizer que sim àqueles pedidos deles que nos partem o coração? A mim, naquele momento, só me apetecia mesmo dizer à Camila que ela não tinha de ir à escola se não quisesse e ir abanar a professora que a humilhou e que a fez sentir-se assim tão triste, tão desesperada... Custa tanto não os conseguir proteger de todos os males que possam existir... Sei que também não era saudavel mas a vontade é mesmo essa, impedir que eles se magoem seja com o que for. Falámos com ela no sentido de lhe explicar que fugir do problema não era solução e que ela tinha de não ligar ao que a professora havia dito pois ela e nós sabiamos que a intenção dela nunca foi querer saber mais do que a professora. A certa altura já falava de uns colegas que aproveitaram a deixa da professora para passarem o resto do dia a importunar-lhe o juizo... Será que a senhora professora pensou nas consequências daquela chamada de atenção em frente de toda a gente?! Foi muito complicado acalmar a Camila porque estar-lhe a dizer que ninguém iria gozar mais com ela pois certamente que com o fim de semana já se tinham esquecido do sucedido não lhe estava a chegar. Ficou decidido que no dia seguinte ela iria à escola e que eu iria falar com a directora de turma para a colocar ao corrente da situação. A noite foi agitada, ela mal descansou, sempre naquele sono mexido e a acordar muitas vezes, claro que de manhã estava cheia de sono mas isso não podia servir como desculpa para enterrar a cabeça na areia mais um dia. No caminho para a escola a Beatriz lá ia tentando animar a irmã, até se ofereceu e ao Tomás para irem à escola bater em quem andava a gozar com ela (a Beatriz é assim muito despachada e ficou muito muito chateada por saber que alguém andava a deixar a irmã triste). Tive bastante sorte pois encontrei a directora de turma e ela tinha um tempo para me receber. Perguntei-lhe se seria possivel falar também com a professora em causa, a directora de turma foi ver se a outra professora tinha disponibilidade para falarmos mas a resposta foi negativa. Como queria ver a situação resolvida, contei-lhe a versão dos acontecimentos que a Camila me havia contado, disse-lhe da recusa da Camila em ir para a escola e a senhora sempre a olhar para mim com um ar não muito surpreendido. Disse-me a directora de turma que já não era a primeira vez que haviam pais a queixarem-se daquela professora e que ia falar com os colegas da Camila, de modo geral e abstracto, acerca de andarem a gozar uns com os outros. Perguntei-lhe se seria possivel marcar uma hora para falar com a outra professora mas ela aconselhou-me a não o fazer para já, para só falar com ela se uma situação igual ou parecida se repetisse. Embora a minha ideia seja não haver outra situação como esta, concordei. Quase no final da conversa apareceu uma outra professora da Camila que me disse o mesmo que a directora de turma já me tinha dito,que a Camila é uma aluna muito participativa e interessada, que embora tenha os seus momentos de conversa com a colega do lado sabe quando deve parar e respeita quando a avisam do comportamento incorrecto e que se vê que ela é uma criança muito feliz. No final deram-me os parabéns pela excelente aluna que ali tenho. Até agora parece que a conversa da directora de turma com os alunos surtiu efeito e a Camila não se tornou a queixar que gozam com ela. No dia da conversa, terça feira à noite, ainda se queixou de um friozinho na barriga e de estar maldisposta mas depressa passou. Eu é que continuo aqui a remoer no como isto a marcou...

Quarta feira, julgava eu que não nos podia acontecer mais nada nesta semana e que ia descansar das emoções vividas nos dias anterior mas não podia estar mais enganada! Pouco antes da hora de almoço ligam-me da escolinha dos meninos pois o Gabriel tinha aberto o sobrolho e talvez eu quisesse ir com ele ao hospital. Fui a voar até à escola e lá encontrei o Gabriel e o Eduardo, sentados um ao lado do outro, o Eduardo com o braço em volta do irmão e com um ar tão encolhido como se tivesse sido ele a magoar-se. O olho do Gabriel estava a ficar muito inchado e sangrava, embora fosse uma coisinha pequenina. Achei mesmo melhor levar o Gabriel ao hospital só que queria que o Eduardo ficasse na escolinha pois o hospital não é de todo o lugar indicado para eles andarem sem necessidade. Mas e conseguir convencer o Eduardo a ficar na escola à espera do irmão? Ou convencer o Gabriel que o irmão ficava na escola e depois ele ia lá ter com ele de novo? Com aquele ar tão aflito que os dois tinham na cara, aquelas maozinhas dadas já ao meu lado para se virem embora... Acabei por levar os dois. Felizmente não foi preciso coser e segundo a médica, ele teve muita sorte com o sitio onde se magoou porque um pouco mais abaixo e tinha-lhe apanhado o olho. A médica avisou logo que o olho ainda iria inchar mais, que era para colocar muito gelo para ir diminuindo o inchaço. Na quarta feira de noite o olho já não se abria e estava com uma cor tão feia... Ontem e hoje ficaram os dois em casa pois achei que era arriscado mandar o Gabriel para a escola com o olho naquele estado. Hoje o olho já está com uma cor menos feia e ele já o consegue abrir ligeiramente. Mas a confusão que me faz olhar para o olhinho dele assim... E o Eduardo anda tão mimoso com o Gabriel, mais ainda do que o costume.

Quando acordei na quinta feira já só pensava "o que será que vai acontecer de mau hoje?" mas tive sorte e não aconteceu nada. E hoje também tem estado a correr tudo bem, sem acidentes nem grandes confusões. Já bastou tudo o que aconteceu! Entretanto, já perdi a conta ao número de vezes que disse, durante esta semana, "Cuidado com o braço da tua irmã" e "cuidado com o olho do teu irmão". No meio disto tudo, o bom, o ver que os meus filhos se adoram e que ver um deles mal mexe com eles e fazem de tudo para o ver bem. Tem havido tanta troca de mimos estes dias entre eles e muita entreajuda. É muito bom mesmo.

O tamanhão deste post... Tinha mesmo muito para escrever.

Muito obrigada a todas pelas opiniões acerca do post anterior.

sábado, 10 de novembro de 2007

Da Camila

Ontem foi uma Camila muito triste que entrou no carro quando a fui buscar à escola. Fiquei preocupada porque é muito raro vê-la triste e perguntei-lhe logo o que se passava, se tinha havido algum problema na escola, se estava com alguma dor. "Agora não quero falar" foi a resposta que obtive. Quando chegámos a casa voltei a tentar e em resposta choro, muito choro, choro sentido. Nem imaginam como eu estava nesta altura, também só me apetecia chorar e estava super aflita a pensar em tantas coisas que podiam ter acontecido para a deixar assim... Depois de muitos mimos e colinho, a Camila foi-se acalmando e conseguimos conversar sobre o que a tinha deixado assim tão triste. O motivo deste drama todo: uma nota de um teste mais baixa do que ela estava a contar porque a professora não lhe cotou umas perguntas por ela ter colocado mais informação do que a que ela tinha falado na aula e o pior, uma chamada à atenção por parte da professora em frente à turma toda de que não tolera meninas que pensam saber mais do que a professora... Conhecendo a minha filha como conheço, sei que o pior que lhe podem fazer é chamá-la atenção na frente de outras pessoas... Não vos passa mesmo pela cabeça o que eu senti (e ainda sinto ao pensar nisto) quando a minha filha, no meio do choro, me conta isto! Acham normal?! Não era suposto a professora ficar contente por ter uma aluna que faz pesquisa para além do manual escolar?! Desde quando é que colocar informação extra é pensar saber mais do que a professora?! Não sou professora mas tenho certeza que ia ficar muito satisfeita por ver que há alunos que se interessam e querem saber mais. Estive mesmo para hoje ir falar com a professora em questão mas a Camila pediu-me que não fosse e não queria fazer algo contra a vontade dela até porque a professora podia não gostar nada e depois ainda arranjava mais problemas com a Camila e não quero que tal aconteça. Mas que me apetecia ir falar com ela, apetecia! Agora vou esperar para ver como é que a professora vai agir com a Camila porque se acontecer algo parecido garanto que lá vou falar com ela.

Houve algo que a Camila me disse que me deixou a pensar... Será que exigimos demasiado dela(s)? Será que ela(s) sentem demasiada pressão nossa? Costumamos-lhe(s) dizer que para nós o mais importante é que sejam felizes e no que toca à escola, pedimos que dêem o seu melhor, não porque queiramos que sejam as melhores da turma mas porque sabemos que elas (e eles também) são muito inteligentes e, como tal, capazes de ter boas notas. Acima de boas notas, pedimos só que aprendam a matéria. Não exigimos para além das suas capacidades, ou pelo menos pensamos que não exigimos. Será que exigimos?

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Do fim de semana

Tivemos um óptimo final de semana aqui para estes lados. Começou logo bem, com os miúdos empolgadissimos com a ida ao pão por Deus, elas sozinhas, eles com o pai. A Camila e a Beatriz conseguiram encher um saco de pão cada uma, os meninos encheram menos os sacos mas como devem imaginar temos para aqui doces até mais não. Aconteceu algo um pouco desagradável que foi darem chocolates fora do prazo aos miudos, coisa que eu não entendo porque ninguém é obrigado a abrir a porta, se abrem é porque querem, então porque raio dão coisas fora do prazo?! Mas tirando isso, correu tudo bem. Também vieram cá bater umas quantas vezes à porta mas mesmo assim fiquei com saquinhos guardados.

Na sexta feira, dia de aulas para as mocinhas. Muita ronha para ir para a cama no dia anterior pois queriam ficar em casa, ainda mais ronha para sair da cama mas lá foram para a escola. Como lhes expliquei, se nós tivessemos ido de fim de semana, não havia problema em faltarem à escola, mas faltar para ficar em casa não fazia assim grande sentido. Ao final da tarde lembram-se de me pedir para fazerem uma festa de pijama, não estava com grande disposição para ter a casa num alvoroço mas lá concordei. Convidaram 4 amiguinhas mas "só" 3 vieram. A mãe da quarta menina disse logo às minhas filhas que eu já tenho trabalho que chegue com os meus filhos e por isso não preciso de mais uma a chatear. Por acaso não é a primeira vez que ouço isto, por vezes as mães das amiguinhas das minhas filhas dizem que não aos convites por acharem que me vão dar muito trabalho visto que já tenho a casa cheia. Não digo que não dêem trabalho, porque claro que dão mas é para mim um prazer ter as amigas das minhas filhas e, um dia mais tarde, dos meus filhos, cá em casa. E depois, é uma questão de simplificar: como estas noites de festa acontecem só de vez em vez dá para não caprichar tanto no jantar e as miúdas adoram que assim seja, jantaram pizza (a pedido da Camila) e tiveram direito a pipocas para verem um filme. Na hora de dormir, encheu-se um colchão daqueles de viagem na sala, por causa do barulho para os irmãos, mais o sofá, caminhas feitas ali e elas ficaram todas contentes a conversar, ler revistas, jogar jogos e a ver televisão até que lhes dê o sono (normalmente aqui tenho de as ir lembrando que já é tarde e que elas deviam tentar sossegar). A parte mais chata, para mim, é mesmo a de fazer as camas mas como a Camila e a Beatriz sabem disto, oferecem-se logo para ajudar a fazer. Aliás, quando me querem convencer para que diga que sim dizem logo que são elas que fazem as camas. Resumindo, correu tudo muito bem e elas divertiram-se bastante, de maneira extremamente barulhenta mas divertiram-se.

Sábado houve muita brincadeira lá fora, com direito a joelhos e mãos esfoladas no alcatrão e depois muita fita para se meter betadine nas feridas.

Domingo, dia do primeiro jogo de futebol do Tomás. Acordou às 6 da manhã porque já não conseguia dormir mais, tal era a excitação! Foi para a nossa cama ver desenhos animados e receber muitos mimos da mãe e poucos minutos depois adormeceu. Quando o chamei à hora de despachar, acordou todo bem disposto e feliz. O jogo correu muito bem, jogou muito bem (pronto, eu sou suspeita para dizer isto mas foi a opinião do treinador também) e, o mais importante, estava super feliz por ali estar. Para a semana há mais e há também a estreia da Beatriz.


Com um fim de semana tão preenchido, aproveitei e não fiz nada em casa, nada mesmo, agora tenho de correr atrás do prejuizo para não amontoar tudo o que precisa de ser feito senão é o caos. Mas soube-me muito bem não fazer nada a não ser aproveitar a presença dos meus filhos e dos amigos. Os fins de semana deviam ser sempre assim.