quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Em casa

Estamos em casa. Imensamente felizes e deslumbrados. Agora falta-nos acertar os ritmos e as rotinas. O tempo por enquanto é pouco mas assim que tiver uma aberta venho aqui contar a nossa aventura.

Muito muito obrigada pelas vossas palavras e por partilharem desta nossa imensa felicidade!
Abro uma excepção e deixo-vos aqui uma amostra da minha amostrinha de gente.
(foto retirada)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Nasceu a Concha

Às 39 semanas e 6 dias nasce, apressadamente, a Concha. Tão apressadamente que a mãe nem teve tempo de chegar ao hospital. Nasceu na ambulância, a meio caminho para o hospital. Ficámos muito mais ricos quando às 8:08 a nossa Concha de 3kg e 320g veio ao mundo. Ela é linda e perfeitinha. A Mãe e bebé estão bem.



O pai.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

39 semanas e 5 dias

Ainda cá andamos. A Concha ainda não se apresentou ao mundo até agora e, sinceramente, não me parece que ela se vá apresentar sem ser forçada a tal. Na quarta feira vamos ao hospital para por isto a andar que já vai sendo tempo da cachopa nascer.

Quarta feira chega rápido, chegas?

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Ontem lá fomos à consulta na pediatra. Conversámos bastante e está tudo bem com a Camila. A médica não vê necessidade de levar já a rapariga ao ginecologista, o que vai de encontro à minha opinião (e do pai também). Quando saimos da consulta fomos jantar como tinhamos planeado e foi bastante bom ter aquele tempo para me dedicar só a ela muito embora a nenina Concha tenha feito questão de fazer notar (ainda mais) a sua presença. Quanto ao livro, a Camila gostou bastante e, pelo que me apercebi, já leu muito. Acho o livro uma grande ajuda pois ali a Camila pode encontrar resposta correcta a duvidas que tenha ou possa vir a ter caso não me pergunte directamente ou caso não entenda a minha explicação.
Do nome da cachopa pequena... Sabemos que é um nome invulgar e que isso tem, como tudo, aspectos positivos e negativos mas acreditamos que os positivos são mais fortes que os negativos. Soa-me muito bem "Concha" e tem um grande simbolismo.
Começo a ficar ansiosa... Bastante ansiosa, diria. Não contava chegar tão longe nesta gravidez e não que seja mau mas neste momento o mau estar ultrapassa o prazer de estar grávida. Mas por enquanto não é a minha gravidez mais longa (e esperemos que não venha a ser). 40 semanas certas durou a gravidez da Beatriz. A Camila esteve no quentinho até às 39 semanas, o Tomas até às 38 e os gémeos até às 35. Espero que a Concha se decida rápido a nascer mas o mais importante mesmo é que corra tudo bem e ela venha cheia de saude.
Se isto são horas de se estar a pé... Aproveitei e fui espreitar os meus filhotes a dormir. Gosto tanto de os ver dormir. As meninas estão a dormir sossegadas nas respectivas camas no seu quarto, quarto esse que daqui a uns meses terá uma nova ocupante. O Tomás também dorme tranquilamente na sua cama, todo encolhidinho como dorme desde bem pequenino. A cama do Gabriel está vazia e a do Eduardo duplamente cheia. Vá lá, estão os dois tapados. Já lá vai o tempo em que me assustava quando os ia ver durante a noite e me deparava com uma das camas vazias. São comuns estas excursões. Estes miudos são tão unidos e amigos que nem durante a noite gostam de estar cada um no seu lado (e note-se que as camas deles estão pertissimo uma da outra). Deviamos ter optado por uma cama maior para os dois.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

39 semanas (e 1 dia)

Fomos fazer o CTG e a novidade é que não há novidades! Nada de contracções. Parece que depois daquele falso alarme a menina ficou sem vontade de vir enfrentar o frio e faz ela senão bem... Ou então não.

O Tomás diz que a mana ainda não nasceu porque não tem nome e ninguém pode nascer sem nome. Não vá o rapaz ter razão, decidimos, por unanimidade, que a nossa 6ª benção se vai chamar Concha. Pronto menina Concha, agora que já escolhemos o teu nome podes vir conhecer o mundo.
Não contava chegar às 39 semanas mas o que é certo é que cá estamos, com 39 semanas e 1 dia e sem parecer que ela vá nascer tão cedo, a ocupar o segundo lugar no baby boom! E pelo que fui vendo, dado que muitas das mamãs que estavam na nossa frente aqui no babyblogs já tiveram os seus rebentos, devemos estar nas posições cimeiras também aqui. Quem diria que iriamos chegar às posições primeiras!

Aproveitando a ida até à "cidade" comprei este livro para a Camila. Parece-me ser bastante bom e acho que ela vai gostar. Logo temos a consulta na pediatra e depois aproveitamos para jantar a duas (isto se eu tiver pedalada para tanto).

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Menarca I

Final da manhã, estava eu muito sossegada a fazer as minhas coisas quando ouço o telefone tocar. Um número que eu não conheço e o meu coração fica logo em sobressalto. Atendo e do outro lado uma voz que eu tão bem conheço: a voz da minha Camila. "Mãe, vem-me buscar à escola agora se faz favor.", tento perceber o que se está a passar visto que é suposto ter aulas até mais tarde e não havia nenhum aviso que não haveriam aulas de tarde. Às questões "Estás bem? O que se passou?" só obtenho um "Vem-me buscar" com a voz sumida, aquela voz de quem está quase a começar a chorar. Desliguei o telefone e fui a voar até à escola, o caminho todo a pensar em todos os cenários do que podia ter acontecido para receber aquele telefonema. Quando lá cheguei, ela estava sentada num banco perto do portão com a professora de educação física. Aproximo-me delas e à primeira vista nada de errado com a Camila a não ser um ar muito encolhido. Diz-me a professora "Não esteja com esse ar tão preocupado mãe. Ela está bem. Ao que parece a Camila entrou para o clube das mulheres.". Nem queria acreditar no que estava a ouvir! A minha bebé a tornar-se numa mocinha! Ainda incredula dei um grande abraço à Camila que estava com um ar tão infeliz que só visto, com as lágrimas quase a cair e perguntei-lhe porque é que não me disse logo ao telefone o que se tinha passado. Vergonha, respondeu-me.

Viemos para casa as duas, pelo caminho ela foi desanuviando da "vergonha" (é que, coitadinha, com tanto dia para acontecer e com tanta hora do dia para acontecer, foi logo acontecer na aula de educação fisica em que ela tinha umas calças de cor clara vestidas) e eu a fazer um esforço enorme para não chorar. Um choro não de tristeza pois não há nada melhor do que ver os meus filhos crescerem, mas de nostalgia. Em casa lá lhe tive a explicar de novo (felizmente já tinhamos falado sobre o período antes) como é que isto funciona, o que significa e quais os cuidados que ela tem de ter. Acabou por ser uma tarefa mais simples do que eu estava a imaginar e ainda bem pois a Camila, como é a mais velha, acaba por ser um bocadinho a "cobaia" e num assunto tão importante como este queria mesmo estar à altura do desafio.

A professora foi mesmo uma querida com a Camila e ainda bem que assim foi.
A minha mãe quando lhe contei só dizia "coitadinha da minha menina, tão novinha ainda", o pai... Ai o pai... Quase que ficou branco com a noticia que a bebé dele se está a tornar numa mulher! Eu continuo a modos que incredula porque ela é ainda tão a minha bebé e sinceramente não estava à espera que acontecesse tão cedo. Mas pelo que li dos vossos comentários não é nada incomum acontecer com esta idade. Entretanto já marquei uma consulta com a pediatra para falarmos.
A Camila, passada a "vergonha" inicial, parece-me feliz com a entrada nesta nova etapa da vida dela. E ainda bem.
Como eles crescem rápido...

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Menarca

A poucos dias de dar à luz a minha sexta bebé, passo a ter uma mocinha em casa.




E só me ocorre... Não é muito cedo?!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Anda tudo a ficar ansioso! :)

Ainda por cá andamos, com a princesinha a aproveitar bem o quentinho. A falta de noticias/visitas deve-se à valente constipação que atacou os meus dois rufias mais novos, coisa que não veio nada a calhar. Têm estado com mãezite aguda tal que não me posso afastar meio cm sem que eles comecem a chorar. Este inverno tem sido rico em doenças, já chateia.

Fomos hoje à ultima consulta, a das 38 semanas. A cachopa já está encaixada e de resto nada de novo a dizer, continua tudo bem. Ficou marcado o CTG para a proxima quarta-feira.
Aguardamos pacientemente a chegada da princesinha.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

O meu filho Tomás, que ontem deu pela nossa ida ao hospital, entrou em casa, vindo da escola e foi a correr até ao meu quarto, olhou para o berço e perante o berço vazio perguntou: "A minha mana bebé?".

O rapazinho estava com vontade de ter já a mana em casa, está visto.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Ainda embutida!

Pois é meninas, ainda não foi desta!

Como diz o pai, foi um simulacro.

Fui ao hospital e por volta das 4 horas as contracções, que já eram bastante mais espaçadas, cessaram. Pouco depois fui mandada para casa e agora aqui estamos, sem contracção alguma, a aproveitar o dia.

Será?

Contracções... Começaram à hora de jantar e agora que parei e me sentei comecei a contar:

23:02
23:10
23:16
23:21
23:26
...

A ver vamos.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Sentada a aproveitar o sol e a ouvir as minhas filhas a brincarem com o Tomás dou por mim a pensar em cada uma vez que estive grávida. Ainda a princesinha está embutida e eu já estou a ficar nostálgica e com saudades de estar grávida...


A primeira gravidez, correu muito bem apesar da ansiedade e dos receios que senti do principio ao fim. Sempre cheia de medo que algo corresse mal durante a gravidez, que ela não fosse saudável, que o parto corresse mal, que fosse doloroso. Penso no quando conheci a minha filha na primeira ecografia, a primeira vez que senti mexer-se em que não tinha certeza se era ou não a bebé a mexer-se, quando soube que ia ser mãe de uma menina e a cara de babado do pai quando o soube, a escolha do nome, as primeiras roupinhas que comprámos e o quartinho que montámos para ela, o tempo que estive em trabalho de parto, a primeira vez que vi a carinha dela e me apaixonei perdidamente por aquele ser indefeso que mal sabia chorar e esqueci por completo as dores, a primeira vez que lhe dei de mamar, a nossa primeira noite a 3 em casa que não correu nada bem com a Camila sempre a chorar e o pai e eu à beira das lágrimas também por não sabermos porque razão estava ela a chorar... Uma experiência realmente maravilhosa.




A descoberta da segunda gravidez, uma enorme alegria por nós sentida. Foi uma gravidez muito mais calma no sentido em que já não pensava constantemente nas coisas que podiam acontecer de mal, não tanto por estar mais confiante por não ser a primeira gravidez mas mais por estar ocupada com a Camila. Surgiram outros receios... O medo de não ser capaz de amar a Beatriz tanto quanto amava a Camila, de não ser capaz de dar conta dos cuidados das duas, de não ter tempo para o meu marido e o casamento se ressentir com isso. Quando a Beatriz nasceu e assim que a colocaram em cima de mim o receio de não a amar como à Camila desapareceu completamente e nunca mais por aqui andou. Tal como tinha acontecido com a Camila, apaixonei-me perdidamente pela Beatriz. Lembro-me de na altura pensar que o meu coração iria explodir de tanta felicidade e amor. Recordo também a primeira vez que as irmãs se viram, o beijinho que a Camila deu à Beatriz e o quão orgulhosa dizia às pessoas que aquela era a irmã dela. Os primeiros tempos a 4 foram tempos de ajuste à nossa nova realidade e em muitos finais de tarde dei comigo a chorar juntamente com o choro delas e a perguntar onde me tinha metido. Quando tudo acalmou cheguei à conclusão que engravidar de novo tinha sido a melhor decisão que podia ter tomado.




A terceira gravidez trouxe-nos um bebé que dava muitos pontapés, o que levou o pai a dizer, mesmo antes de se saber o sexo, que vinha um rapazinho a caminho. Não se enganou, veio um rapazinho saudável e com queda para o futebol. Lembro-me do dia que o Tomás nasceu como se tivesse sido ontem. Tinhamos vindo de um jantar na casa de uns amigos, já passava da meia noite. O pai estava prestes a deitar-se e disse-lhe que não se deitasse que o Tomás estava prestes a vir ao mundo. Os meus pais vieram cá para casa ficar com as meninas e nós fomos para o hospital. A enfermeira tinha visto a dilatação momentos antes quando senti que o Tomás ia nascer, chamei-a e ela disse-me que ainda não tinha a dilatação completa por isso não ia nascer já. "Senhora enfermeira é melhor ver de novo porque ele vai nascer agora" foi o que eu lhe respondi antes de ela verificar que eu tinha razão. Não tiveram tempo de me levar para a sala de partos, fiz força 3 vezes e o Tomás veio ao mundo. O meu primeiro menino. Ajustarmo-nos à vida a 5 não foi tão complicada quanto eu pensei que seria.




Para a quarta gravidez ficaram reservadas as maiores surpresas, preocupações e sustos. Ficámos muito felizes quando fiz o teste de gravidez e deu positivo. A nossa quarta gravidez, o nosso quarto bebé. O que não estávamos nada à espera é que fosse a nossa quarta gravidez e o quarto e quinto bebé. Quando a médica nos mostra no monitor do ecógrafo 2 seres pequeninos nem queriamos acreditar. Não sei quantas vezes o meu marido e eu perguntámos à medica se ela tinha certeza, se não se tinha enganado. Saimos do consultório com um sorriso enorme mas completamente incredulos e em choque. Lembro-me de chegar a casa vinda da consulta e me sentar na cama a fazer contas para saber até que ponto seria suportavel a chegada de dois bebés de uma só vez. Foi a gravidez em que tive mais enjoos e que me senti mais cansada. Comer era um grande sacrificio assim como arranjar energia para cuidar da Camila, da Beatriz, do Tomás e da casa. Quando as maleitas da gravidez começaram a passar, vieram os sustos: desde cedo estes meninos mostraram muita vontade em vir conhecer o mundo antes do previsto e depois de um grande susto, fiquei em repouso absoluto. Foi horrivel, não podia sair da cama a não ser para ir ao wc e sentia-me uma pessima mãe por não poder cuidar dos meus outros filhos mas mal eu sabia que ainda ia piorar! Completava as 31 semanas no dia que fui internada, foram as piores semanas da minha vida com a angustia de estar longe dos meus outros filhos e o medo que o Gabriel e o Eduardo se apresentassem ao mundo demasiado cedo. Às 35 semanas e 1 dia nascia o Gabriel seguido do Eduardo. Chorei muito, de alegria e de alivio, quando os ouvi chorar. Dois bonequinhos pequeninos e iguais que nem duas gotas de água.


Quando embarcámos para esta 5ª gravidez ainda tinha muito viva a experiência passada na gravidez anterior e nos primeiros tempos andei muito receosa. Depressa a minha cabeça entendeu que ia tudo correr bem, que a gravidez anterior tinha sido mais complicada não por mim mas por esperar gémeos. Tem sido uma gravidez bastante calma, felizmente. Em muitos momentos quase que me esquecia que estou grávida pois sentia-me mesmo muito bem. Agora na recta final chegaram os desconfortos normais mas que roubam muita energia e disposição. E se quero muito que ela se despache a vir conhecer o mundo, também quero igualmente que ela se deixe ficar no quentinho para aproveitar até ao último cartucho esta gravidez. Penso muitas vezes em como será que irá ser o parto e na reacção dos manos quando a virem pela primeira vez. Já falta pouco, muito pouco, para saber e para olhar para ela pela primeira vez.


Sem sombra de dúvida que cada gravidez foi a melhor decisão que podiamos ter tomado.
Data alterada já que ontem a net resolveu não funcionar.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

36 semanas (e 6 dias)

Às 36 semanas tivemos mais uma consulta. Correu muito bem, tanto a bebé como eu estamos bem. Mantive os 9 kg a mais que tinha ganho até aqui e a tensão continua como se quer.
A pequenina ainda não deu a volta e tem estado muito irrequieta ultimamente. Na ecografia já não se conseguiu ver grande coisa mas já estávamos, o pai e eu, a contar com isso pelo que não foi surpresa. Mas está tudo bem e é o que importa.
O nome... Está quase certo que se vai chamar Concha (o pai está prestes a convencer todos os miudos) mas ainda não foi encerrada a discussão. Já estou tão habituada a chamá-la de bebé que acho que por mim agora espero até nascer para decidir o nome, mas logo se ve.
A mala ainda está toda por fazer, talvez a faça esta semana. As moinhas têm-me acompanhado nos meus dias, por vezes acompanhadas de contracções. Já falta pouco. O cantinho da bebé aqui no nosso quarto já está todo arranjado e pronto para a receber.
Dormir tem sido uma tarefa praticamente impossivel, dou mil voltas na cama para achar posição, tento dormir sentada, recostada, levanto-me e vou até lá abaixo ao sofá para testar se ali consigo dormir mas nada. Nestas andanças dou por mim e já são quase horas de levantar os miúdos e encarar um novo dia. Esta falta de horas de sono aliada às hormonas completamente malucas são as responsáveis pelos dias cinzentos que tenho vivido. O que me vale é que tenho uma familia maravilhosa que me tem ajudado a sorrir mesmo quando não apetece nada. Os meus filhos que andavam umas pestes do piorio resolveram virar (quase) anjos e todos os dias me enchem de mimos o que tem facilitado a minha boa disposição.
Por falar em filhos pestes, andam todos ansiosos com a chegada da irmã. Muitas perguntas, muitos planos. O Eduardo e o Gabriel todos os dias me perguntam se é hoje que vou para o hospital, no outro dia o Gabriel acordou a meio da noite a choramingar que não queria que eu fosse para o hospital. Lá lhe tive a explicar como tudo se ia passar e parece ter ficado mais descansado. Não estou muito preocupada com este capitulo pois sei que eles ficam muito bem com o pai e com os avós (já peritos nestas andanças) e quando derem por isso, já eu estou de volta a casa com a bebé. Claro que vou ter saudades deles, sei que eles também terão saudades minhas, e estarei a pensar sempre no que se estará a passar em casa mas não fico preocupada.
Estamos a aproximar-nos rapidamente do top 10, vamos em 14º lugar no babyblogs e em 11º no baby boom! Aproveito para dar os parabéns a estas meninas pelo excelente trabalho que fazem nestes blogs!